Continuação....
Leia - Quando você consegue se concentrar após o choque inicial, ler pode oferecer inspiração e repouso. Eu, particularmente, gosto daqueles livros romanticos, ou aqueles espiritas que prendem a sua atenção e te fazem viajar. Você entra na cena e sente o que o personagem está vivendo. Isso te faz relaxar,voar para outro mundo.
Mantenha um diário - Muitos encontram conforto na criação de um registro permanente de suas experiências. Na melhor das hipóteses isso funciona como uma autoterapia.
Planeje eventos - A idéia de que existem coisas esperando para serem feitas reforça o fato de que você está construindo um futuro saudável. Programe aquela viagem tão adiada. Conheça lugares, pessoas novas. Não tenha medo de encarar o mundo sozinha.
Aprenda novas Práticas - Faça um curso ou desenvolva um novo hobby, uma atividade esportiva quem sabe. Você tem uma nova vida pela frente, qualquer nova proficiência a completará.
Gratifique-se - Durante as épocas altamente estressantes, até as coisinhas mais simples do cotidiano - levantar, tomar banho, escovar os dentes, preparar um café da manhã, caminhar - podem parecer assustadores. Considere cada realização, não importa quão pequena possa parecer, como uma vitória a ser recompensada.
Faça Exercícios - A atividade física pode ser particularmente terapêutica. Eu quando estou triste, meia para baixo, faço o meu "jazzercícios" rsrs* - vou explicar o que é. é uma mistura de músicas com alguns exercícios físicos. "São apenas alongamentos relaxantes além de movimentos ao sabor da música, mas fazem com que eu me sinta fisicamente e mentalmente melhor."
O exercício leva você para longe da sua consciência e dos seus problemas e permite "vivenciar seu corpo com os dois pés no chão."
Saia de si mesmo - Muitas pessoas que "sobrevivem" a - situações traumáticas - acabam por achar necessário executar ações importantes. Podemos fundar organizações, ou no meu caso escrever um livro, textos e postar sempre aqui. Trabalhando para ajudar a quem precisa. Nessa trajetória, descobri que essa seria a melhor forma para me ajudar e ajudar a quem precisa.
Mas claro, você não tem, subitamente, que se tornar um organizador para chegar até os outros.
Seja Paciente - As pessoas frequentemente perguntam - "Quando é que essa dor terrível vai acabar?". Os especialistas resistem em definir isso em termos de intervalos de tempo. "Em geral não passam menos de seis meses até que você comece a se sentir melhor." E isso pode chegar a um ano, quem sabe dois. Depende da disposição, do apoio encontrado no seu ambiente e se você é ajudado e faz a sua parte.
Então, seja complacente com você mesmo. Reconheça que precisará de tempo e que seu ritmo de recuperação pode não ser o mesmo dos outros.
Parabenize-se como eu faço. A cada etapa cumprida sobre a dor: "Ainda estou aqui, consegui chegar até este ponto."
Velejar é uma coisa lenta. Essa minha amiga que me ajudou me disse, "Porque não volta a escrever, voltar a atividade?". E acho que ela tinha razão. E aqui estou eu, mais uma vez, escrevendo para vocês. Sinto-me bem em estar de volta.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
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